quinta-feira, 5 de março de 2009

Direto da Ilha

Aproveitando a rara Internet na Ilha Grande, em gravações aqui em Abraão, postamos fotos dos últimos dias da primeira leva de filmagens no Rio de Janeiro. Seguem fotos da cena de assalto a banco na rua Mayrink Veiga, centro do Rio, e as cenas de fuga da Tereza (Daniela Escobar) e do grupo de William (Daniel de Oliveira) por Santa Tereza e outros bairros do Rio de Janeiro. As fotos que seguem foram clicadas pelo fotógrafo Daniel Chiacos. Obrigado pelas fotos Daniel!

Quanto à Ilha Grande, tudo vai bem nessa aventura tropical. Muito trabalho com sol, calor, praia; cenários incríveis para compôr a arte e o clima do filme "400contra1". Afinal, foi aqui em Ilha Grande, em Dois Rios, que a história real que inspira o filme começou.


Biro (Jefferson Brasil) e Baiano (Jonathan Azevedo) esperam seus comparsas que assaltam o banco. Foto: Daniel Chiacos.

William (Daniel de Oliveira) chega ao banco. Foto: Daniel Chiacos.

Neco (Rodrigo Brassoloto), Cavanha (Fabrício Bolivera), William (Daniel de Oliveira) e Maranhão (Lui Mendes) na porta do banco aguardando para rodar. Foto: Daniel Chiacos.

Em pé, Maranhão (Lui Mendes), Biro (Jefferson Brasil), William (Daniel de Oliveira) e Cavanha (Fabrício Bolivera). Agachados, Baiano (Jonathan Azevedo) e Neco (Rodrigo Brassoloto). Foto: Daniel Chiacos.

O diretor Caco Souza (de boné, ao centro) com os atores no set. Foto: Daniel Chiacos.

Biro e Maranhão observam banco antes do assalto. Foto: Daniel Chiacos.

Biro e Maranhão observam banco antes de assalto. Foto: Daniel Chiacos.

Tereza (Daniela Escobar) também observa o banco da sacada de uma hospedaria na Mayrink Veiga. Foto: Daniel Chiacos.

Daniela Escobar como Tereza. Foto: Daniel Chiacos.

Cavanha (Fabrício Bolivera) em momento de descontração na Mayrink Veiga. Foto: Daniel Chiacos.

Neco (Rodrigo Brassoloto) e William (Daniel de Oliveira) simulam jogo do bicho para observar o banco. Foto: Daniel Chiacos.

Daniel de Oliveira. Foto: Daniel Chiacos.

Daniel de Oliveira (William), Daniela Escobar (Tereza) e Fabrício Bolivera (Cavanha) após câmera-car. Foto: Daniel Chiacos.

Daniel (William) e Fabrício (Cavanha) andam de Opala pela cidade do Rio de Janeiro. Foto: Daniel Chiacos.


Cavanha (Fabrício Bolivera) e seu companheiro William (Daniel de Oliveira). Foto: Daniel Chiacos.

Daniel de Oliveira (William) e Daniela Escobar (Tereza) pegam um Opala para dar uma volta. Foto: Daniel Chiacos.

O casal William e Tereza em Santa Tereza, Rio de Janeiro. Foto: Daniel Chiacos.

Detalhe da arma de William, ao lado de Tereza. Foto: Daniel Chiacos.


William (Daniel de Oliveira) e Tereza (Daniela Escobar). Foto: Daniel Chiacos.


3 comentários:

Anônimo disse...

Obrigado pela oportunidade unica na Ilha Grande.Gostaria de agraçer a todos pelo carinho.
Parabéns!!!
Bjss,
Simone Paiva.

Xandy Sickeyra disse...

Não vejo a hora de ver esse filme na tela!!! ao que vi a equipe é muito boa! parabéns e sem contar que tem a fotografia do mestre Rodolfo o qual já tive o prazer de trabalhar com ele!
até breve

Xandy Sickeyra - Caruaru - PE

Artur disse...

Parabéns a Caco Souza e toda equipe pelo belíssimo trabalho. Deliciei-me em lembranças enquanto lia todo o discurso sobre a realização do filme, levando-me às lembranças de quando por lá passei a trabalho nos anos de 1974/75. A narrativa da realização do filme e as imagens me fez relembrar cada detalhe do presídio, da barbearia à entrada - à esquerda, do 1º corredor de celas, onde alí em uma delas, estava naquela ocasião, Mariel Mariscot - à direita, isolado dos demais presos, como outros, logo adiante, um grande pátio, entre a entrada e o prédio principal, onde eram realizados os ofícios de "casamentos" entre os presos, com direito a aliança de barbante, festinha (do jeito deles) e tudo mais.
Lembro-me ainda da sala de música, dos corredores de celas, em especial o corredor "D" (temido pela maioria), o refeitório, a lavanderia, a administração, e toda a área externa do presídio, com as casas dos guardas, o armazém do "Seu Zé", além evidente, de ter guardado fotos dessa ousada prosopopéia.
Detalhe: lá estive à trabalho do Governo do Estado com equipe, formalizando contas de pecúlio dos internos daquela instituição penal.
É real a imagem da chegada pela 1ª vez em Abrahão, o "ônibus" - de madeira (um caminhão adaptado - como pode ser visto nas fotos que tenho), além de várias outras fotos, inclusive do presídio visto do alto da serra, em toda a sua plenitude.
Parabéns pelo filme.
Caso eu possa ajudá-lo em algo, não hesite em fazer contato.
Um grande abraço.
Sucessos permanentes
Artur Pereira Freitas